📊 Tutorial e Manual de Uso · Calculadora CaVeSal®

Aprenda a usar cada aba e cada módulo, na mesma ordem em que aparecem no app

ℹ️ Antes de começar

A Calculadora CaVeSal® tem 7 abas no cabeçalho — 📋 Ficha prenatal, 📊 Resultado, 🗓️ Gestograma·Parto, 🔊 Ecografía, 👤 Pacientes, 🎓 Simulador e ℹ️ Acerca — e este manual está organizado nessa mesma ordem: cada parte abaixo corresponde a uma aba real do app, e cada subseção a um cartão (ou subaba) dentro dela. A interface do app está em espanhol; os rótulos aparecem entre aspas com a tradução entre parênteses. Na demo, Pacientes e Simulador aparecem com cadeado 🔒.

Dentro de cada aba, os cartões funcionam por seções recolhíveis: toque no cabeçalho de cada uma para abri-la, insira os dados disponíveis, e o resultado se atualiza automaticamente à medida que você digita — não é preciso nenhum botão "Calcular" para os cálculos individuais. O botão "⚡ Calcular" do cabeçalho (visível em todas as abas) é o que monta o relatório consolidado de risco pré-natal integral (aba 📊 Resultado), reunindo todos os achados de todas as abas.

Todos os cálculos são feitos no seu próprio dispositivo, sem conexão à internet nem envio de dados a servidores externos.

💡 Abaixo do ⚡ Calcular está o botão pequeno 🔄 Limpiar todos los campos (Limpar todos os campos): pede confirmação, apaga tudo o que foi preenchido e deixa o Resultado vazio, pronto para outra paciente. Faz o mesmo que «Nueva consulta» (Nova consulta) da Ficha prenatal. As fichas salvas em Pacientes não são apagadas.
🔄 Atualizações: com internet, o app instalado sempre abre a versão mais nova; sem conexão continua funcionando com a última versão salva.
⚠️ É uma ferramenta de apoio à decisão clínica. Não substitui o julgamento do profissional responsável nem as diretrizes oficiais vigentes.
Tela Sobre do CaVeSal Formulário principal com dados gerais

📋 Ficha pré-natal

O que se preenche ao abrir uma paciente: dados gerais, antecedentes, hábitos, gestação atual, profilaxia, laboratório e metabolismo. É a base que alimenta todo o restante da calculadora.

📋 Dados gerais

1

Insira idade materna, DUM, altura, peso pré-gestacional e atual. A DUM é sincronizada automaticamente com a aba 🗓️ Gestograma·Parto, o semáforo de vacinas e a via de parto — não é preciso repeti-la em outro lugar.

2

Se você inserir um ultrassom precoce em Gestograma·Parto, este cartão recebe a correção automaticamente. Critérios de correção: 1T (<14 sem) ≥5 dias de diferença · 2T (14–28 sem) ≥7 dias · 3T (>28 sem) a DUM não é corrigida.

3

Insira a PA sistólica e diastólica. Ao inserir algum valor, o app exibe automaticamente os campos ampliados de HAS: proteinúria (negativa / traços / ≥1+ fita reagente / RPC >0.3 / ≥300mg/24h / ≥2g/24h faixa nefrótica) e sintomas de vasoespasmo (cefaleia intensa/frontal, zumbido, fosfenas/escotomas, epigastralgia/dor em HCD, dispneia/edema pulmonar).

💡 ≥1 sintoma de vasoespasmo + PA ≥140/90 sugere pré-eclâmpsia com critérios de gravidade — o app integra isso automaticamente ao relatório de risco integral.

🍼 Antecedentes obstétricos e pessoais

Antecedentes obstétricos

1

Insira gestações, partos, cesáreas, abortos e o intervalo intergestacional (meses) — com isso o app monta automaticamente a fórmula obstétrica (G/P/C/A), que depois aparecerá repetida na ficha de "Mis pacientes" (Minhas pacientes).

2

Marque os antecedentes obstétricos de risco: pré-eclâmpsia prévia, diabetes gestacional prévio, parto pré-termo prévio, RCIU prévio, macrossomia prévia (>4000g), óbito fetal prévio, malformação fetal prévia, HPP prévia, isoimunização prévia, incompetência cervical prévia, depressão pós-parto prévia, cirurgia uterina prévia.

Antecedentes pessoais

⚠️ São antecedentes prévios apenas — não incluem a gestação atual (essa é preenchida no cartão "Embarazo actual" (Gestação atual), mais abaixo).
3

Cardiovascular/metabólico: HAS crônica, diabetes pré-gestacional, doença renal crônica, obesidade pré-gestacional (IMC≥30), asma moderada/grave. Se você marcar Cardiopatía (Cardiopatia), aparece um subbloco para especificar o tipo (congênita CIA/CIV/Fallot/outra, valvar, miocardiopatia, arritmia) e a classificação OMS de risco cardiovascular na gestação (I a IV, sendo IV = gestação contraindicada).

4

Tireoide: hipotireoidismo em tratamento, hipotireoidismo sem tratamento/Anti-TPO+, hipertireoidismo/Graves (Anti-TRAb+).

5

Coagulopatias e trombose: trombofilia hereditária, SAF (critérios de Sydney 2006 / ACR-EULAR 2023), TVP prévia, TEP prévio, trombocitopenia/púrpura, Von Willebrand/portadora de hemofilia.

🧪 SAF (EULAR 2019): se você marcar SAF, o Resultado mostra a conduta das recomendações EULAR 2019 (Tektonidou et al.): no SAF obstétrico, AAS + heparina em dose profilática durante a gestação e 6 semanas pós-parto; no SAF trombótico, AAS + heparina em dose terapêutica (trocar os antagonistas da vitamina K por heparina ao confirmar a gestação, idealmente antes da semana 6); e as opções diante de complicações recorrentes apesar do tratamento. Para a dose de AAS, o CaVeSal usa a pauta FIGO 2019 (~150 mg toda noite) e deixa registrada a da EULAR (75–100 mg/dia).
6

Neurológico/imunológico: epilepsia, polimorfismo MTHFR documentado, doença autoimune (LES, AR, Sjögren, esclerodermia), saúde mental (depressão/ansiedade/transtorno bipolar).

7

Oncológico: câncer prévio em remissão (com tipo: mama, colo do útero, tireoide, hematológico, melanoma, outro) e, separadamente, câncer ativo durante a gestação (com tipo e tratamento em curso).

8

Infecciosas (antecedente): HIV em TARV, hepatite B crônica (HBsAg+), hepatite C (Anti-HCV+), sífilis (antecedente/em tratamento).

🧠 Hábitos e contexto psicossocial

1

Marque o que corresponder: tabagismo ativo, consumo de álcool, uso de drogas, violência doméstica, vulnerabilidade socioeconômica, dieta vegetariana/vegana. Cada item se integra ao relatório de risco integral com sua própria conduta sugerida (ex.: dieta vegetariana/vegana ajusta a suplementação recomendada).

🤰 Gestação atual

1

Marque os achados da gestação em curso: gestação múltipla, reprodução assistida (TRA), sangramento vaginal, Rh negativo, Coombs indireto/PAI positivo, EGB positivo (35–37 sem), placenta prévia, polidrâmnio, oligodrâmnio, ameaça de parto pré-termo, colo curto (<25mm), movimentos fetais diminuídos, altura uterina discordante, ITU sintomática, vaginose/vaginite.

2

Se você marcou reprodução assistida (TRA), o app a sinaliza como achado de risco (maior risco de placenta prévia, pré-eclâmpsia e gemelaridade) — isso se repete automaticamente também na ficha de "Mis pacientes".

3

Patologia ativa da gestação (marcar apenas se a paciente já chega com diagnóstico estabelecido nesta gestação): pré-eclâmpsia em curso, hipertensão gestacional, diabetes gestacional já diagnosticado, RCIU confirmada por biometria, colestase intra-hepática (CIG), hiperêmese gravídica/vômitos incoercíveis, síndrome HELLP, DPP.

💉 Profilaxia e vacinação

Ref: CDC · OMS · ACOG · FIGO 2024 · Comitê Nacional de Imunização

1

Marque as vacinas já aplicadas (dTpa, influenza, VSR, COVID-19, Hepatite B) com data e idade gestacional e, se for o caso, se iniciou ácido fólico (este último é agrupado junto com as vacinas no domínio "Profilaxia" do relatório).

2

O app indica o estado do esquema e o que está pendente segundo a IG atual, com a conduta específica de cada uma:

🔹 Ácido fólico: se não estiver registrado, 0.4–0.8 mg/dia desde o período pré-concepcional até no mínimo a semana 12.

🔹 Influenza: vacina inativada, segura em qualquer trimestre. Prioridade em cardiopatia, diabetes, asma, obesidade, imunossupressão, HIV. Nunca usar vacina de vírus vivo atenuado (LAIV) na gestação.

🔹 COVID-19: vacinas de RNAm (Pfizer/Moderna) recomendadas pela OMS, CDC, ACOG e FIGO. Seguras em qualquer trimestre — as gestantes têm maior risco de COVID grave. Reforço se passaram >6 meses desde a última dose.
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🧪 Laboratório

Ref: OMS · ACOG · ISSHP · Endocrine Society 2024 · CDC · ETMI Plus 2024/OPAS

Módulo extenso, organizado em subáreas. Insira apenas os valores que tiver disponíveis — cada um é interpretado de forma independente.

🩸 Hemograma e coagulação

1

Hemoglobina: anemia se <11 g/dL no 1T ou <10.5 g/dL no 2T-3T (OMS). Plaquetas: normal 150–400 (×10³/mL), <150 = trombocitopenia. TP/RNI (normal na gestação 0.8–1.2) e TTPa (normal 25–40 seg). Você também pode marcar proteinúria positiva e urocultura positiva como achados.

🫘 Perfil renal

2

Creatinina (normal na gestação <0.8 mg/dL), ácido úrico (normal <5.5 mg/dL — marcador precoce de PE se elevado junto com HAS), ureia (normal 10–40 mg/dL).

🫀 Perfil hepático

3

TGO/AST e TGP/ALT (normal <40 UI/L, suspeita se >70), LDH (>600 UI/L = critério de HELLP), bilirrubina total (normal <1.2, suspeita de colestase), fosfatase alcalina (normal até 3× LSN por origem placentária). O app combina automaticamente: TGO/LDH elevadas + trombocitopenia = critério de HELLP, com conduta de internação imediata, maturação pulmonar se <34 sem e resolução individualizada.

🍔 Perfil lipídico

4

Colesterol total (aumenta fisiologicamente na gestação), triglicerídeos (>400 mg/dL = risco de pancreatite), HDL, LDL.

🔬 Sorologia TORCH

5

Toxoplasmose (IgG/IgM/avidez IgG — chave: IgG+ no 1T = imune, não repetir; IgG− = suscetível, repetir a cada trimestre; IgM+ = solicitar teste de avidez), Rubéola (IgG/IgM), CMV (IgG/IgM/avidez IgG).

🧬 Vitamina D, Ferritina e Saturação de transferrina

6

Vitamina D sérica: solicitar em obesidade, pele escura, pouca exposição solar ou vegetarianas (deficiência <20, insuficiência 20–29, ótimo ≥30 — Endocrine Society 2024). Ferritina: solicitar na suspeita de anemia ferropriva (deficiência <15, baixa 15–30, normal >30). Saturação de transferrina: normal 16–45%, <16% = deficiência funcional de ferro.

🦋 Tireoide

7

Insira o TSH junto com o trimestre do exame — o app aplica o valor de referência correspondente (1T: 0.1–2.5 µUI/mL · 2T: 0.2–3.0 µUI/mL · 3T: 0.3–3.5 µUI/mL), além de T4 livre (normal 0.8–1.8 ng/dL) e anti-TPO (>35 UI/mL = positivo).

🦠 Estreptococo do grupo B (EGB) e IST/Sorologia infecciosa

8

EGB: rastreamento obrigatório às 35–37 semanas (cultura vaginal+perianal). Se positivo, o app indica profilaxia intraparto obrigatória (penicilina G, ou clindamicina conforme antibiograma em caso de alergia).

9

Hepatite B (HBsAg/anti-HBs/HBeAg — HBsAg+ implica imunoprofilaxia neonatal obrigatória nas primeiras 12h, e se a carga viral for >200.000 UI/mL acrescenta-se tenofovir a partir da semana 28), HIV (teste rápido/ELISA + Western Blot confirmatório — um teste rápido reagente não é diagnóstico definitivo, exige infectologia urgente sem suspender a TARV se já a recebe; com WB confirmado inicia-se TARV imediatamente com objetivo de carga viral indetectável no parto), Chagas (requer 2 técnicas reagentes de princípios diferentes para confirmar — ELISA + HAI/IFI; com apenas 1 técnica reagente é indeterminado e exige segunda técnica), e Hepatite C (anti-HCV, confirmar com RNA-HCV).

10

Sífilis — a interpretação depende da combinação de resultados:

🔹 Treponêmico reagente + VDRL reagente: sífilis ativa confirmada (o treponêmico já é o teste de referência, não requer confirmação adicional). Dose de penicilina G benzatina conforme estágio: primária/secundária/latente recente (<1 ano) → dose única de 2.4 milhões UI IM; latente tardia ou duração desconhecida → 3 doses semanais. VDRL mensal pós-tratamento, controle neonatal (VDRL em sangue de cordão), notificação obrigatória.

🔹 Treponêmico reagente + VDRL ainda não disponível: conduta urgente — solicitar VDRL quantitativo, mas não adiar o tratamento: iniciar penicilina G já (esquema de latente tardia/duração desconhecida) enquanto se obtém o resultado.

🔹 Treponêmico reagente + VDRL não reagente: possível cicatriz sorológica (tratamento prévio), janela sorológica muito precoce ou falso positivo do teste rápido. Se não houver tratamento documentado, tratar como latente tardia; VDRL de controle em 4 semanas; notificar a infectologia.

🔹 VDRL reagente sem treponêmico confirmatório: o VDRL (não treponêmico) pode dar falso positivo na gestação, LES ou infecções virais — requer confirmação com teste treponêmico antes de tratar.

Ref: CDC STI Treatment Guidelines 2021 · OPAS Eliminação da TV 2024 · ETMI Plus 2024 · ACOG

💡 Cada valor fora da faixa que você inserir se reflete automaticamente no relatório de risco integral, agrupado no domínio "LABORATORIO" com seu nível e conduta — por exemplo, EGB positivo, HIV reagente, suspeita de HELLP e proteinúria positiva aparecem listados como "HOY/URGENTE" (HOJE/URGENTE) no Plano de ação.
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🍬 Metabolismo · Diabetes · Ganho de peso

Ref: IADPSG · ALAD · ADA · OMS · IOM/NAS 2009 · ACOG

É um único cartão no app, com duas funções que compartilham os dados de altura/peso já inseridos em "Datos generales" (Dados gerais).

🩸 Diagnóstico de diabetes gestacional (DMG)

1

Escolha o protocolo a usar: IADPSG/ALAD/ADA (1 etapa, 75g) ou 2 etapas — no seletor correspondente.

2

Insira os valores da curva glicêmica (jejum, 1h, 2h conforme o protocolo escolhido).

3

O app indica se os valores confirmam o diagnóstico de diabetes gestacional segundo os pontos de corte do protocolo selecionado.

⚖️ Ganho de peso gestacional

4

Com o peso pré-gestacional, a altura e o peso atual já inseridos em "Datos generales", o app calcula o IMC pré-gestacional e classifica a paciente na sua categoria (baixo peso, normal, sobrepeso, obesidade).

5

Mostra a meta de ganho total para a gestação e a taxa semanal recomendada segundo essa categoria (IOM/NAS 2009), comparando-a com o ganho real até o momento.

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📊 Resultado

O painel de saída. É montado ao tocar em "⚡ Calcular" no cabeçalho (visível em qualquer aba) e reúne todos os achados de todas as outras abas em um único relatório, com a conduta a seguir.

📊 Antes e depois de calcular

1

Sem dados: o Resultado diz «No tenés datos cargados» (Você não tem dados preenchidos) e indica preencher os dados na Ficha prenatal e apertar Calcular. Nenhuma cor é mostrada, para não dar um resultado que não corresponde.

2

Risco global por gravidade: a legenda 🟢 Bajo (Baixo) · 🟡 Moderado · 🔴 Alto aparece sempre. Ao calcular, o quadro cinza muda para a cor correspondente e abaixo aparecem os achados e o plano de ação.

3

Analizar con CaVeSal® IA (Analisar com CaVeSal® IA): a robozinha aparece desde o início, convidando a enviar o caso quando você calcular. Nome e documento não são enviados.

4

Exportar resultado: botões PDF e Word. Se você ainda não calculou, avisam que não há dados. Na demo aparecem com cadeado 🔒.

Resultado sem dados, com a legenda Baixo, Moderado e AltoResultado calculado com o risco global

🎨 Como ler os resultados

Todos os módulos da Calculadora usam a mesma linguagem visual, para que interpretar um resultado seja sempre igualmente rápido, não importa o que você esteja calculando:

1

Código de cores por nível de risco/alerta: 🟢 verde = normal/baixo risco · 🟡 amarelo/laranja = moderado, requer acompanhamento mais próximo · 🔴 vermelho = alto risco, requer ação ou encaminhamento.

2

Cada resultado com achado relevante inclui, nesta ordem: o valor ou dado que disparou o alerta, a interpretação clínica em linguagem simples, a conduta sugerida (o que fazer, com que frequência, para quem encaminhar) e a fonte da recomendação (FMF, ACOG, NICE, OMS, CLAP, Medicina Fetal Barcelona, etc.).

3

Quando o "⚡ Calcular" monta o relatório global, agrupa automaticamente esses mesmos achados em um "Plan de acción" (Plano de ação), ordenado por urgência: primeiro o que requer atenção hoje/urgente, depois o acompanhamento de rotina, com a próxima data de consulta sugerida segundo o nível de risco global.

💡 Se um dado está dentro da faixa normal, geralmente não gera um alerta destacado — só são listados os achados que merecem sua atenção, para não sobrecarregar o relatório com informação sem relevância clínica.

⚡ Cálculo de risco pré-natal integral

É o botão "⚡ Calcular" do cabeçalho: percorre tudo o que você inseriu em 📋 Ficha prenatal, 🗓️ Gestograma·Parto e 🔊 Ecografía, e monta aqui, em 📊 Resultado, um relatório consolidado com todos os achados relevantes juntos.

1

O app percorre todos os dados inseridos e monta uma lista de achados por domínio clínico (Idade materna, Estado nutricional, Antecedente obstétrico, Pressão arterial, Ultrassom 1T, Rastreamento cromossômico, Morfologia fetal, etc.), cada um com:

📋 Cada achado do relatório inclui:
🔹 O dado ou valor que disparou o alerta (ex.: "IMC pré-gest. 32.1 — obesidade").
🔹 O nível de risco: baixo, moderado ou alto.
🔹 A conduta sugerida (ex.: dose de AAS, frequência das consultas, exames adicionais a solicitar).
🔹 A fonte da recomendação (FMF, ACOG, NICE, OMS, etc.).
💊 Aspirina (AAS) para prevenir pré-eclâmpsia: a conduta mostra as duas pautas, cada uma com sua referência. Pauta preferida pelo CaVeSal: FIGO 2019, ~150 mg toda noite das 11–14+6 semanas até as 36 semanas, o parto ou o diagnóstico de PE. Alternativa: ACOG PB 222 (2020), 81 mg/dia das 12–28 semanas (idealmente antes das 16) até o parto.
2

Se não houver achados de risco em algum domínio, ele simplesmente não aparece no relatório — só são listados os domínios em que há algo a sinalizar.

3

O relatório também monta automaticamente uma Suplementação recomendada segundo o perfil da paciente: ácido fólico/metilfolato (dose segundo população geral ou risco aumentado), ferro (dose segundo o grau de anemia), cálcio (se houver risco de PE, com a redução de risco associada), iodo e ômega-3/DHA — cada um com sua dose exata e referência.

4

Inclui ainda dois calendários de componente básico, marcando o que corresponde à IG atual (rotulado "AHORA" / "PERÍODO ACTUAL" — AGORA / PERÍODO ATUAL), o que já passou e o que falta:

🔹 Calendário de ultrassons: ECO 1T precoce (sem 7–9), ECO marcadores cromossômicos (sem 11–14), ECO morfológica (sem 20–24), ECO crescimento e desenvolvimento (sem 28–32), ECO final (sem 35–38) — cada uma com o que deve avaliar.

🔹 Calendário de exames laboratoriais: painel do 1T (primeira consulta: hemograma, coagulograma, tipagem/Rh, sorologias, TSH, glicemia, perfil lipídico, urocultura, etc.), painel do 2T (24–28 sem: hemograma, TOTG 75g, urocultura, VDRL, HIV, toxoplasmose se for o caso) e painel do 3T (35–37 sem: hemograma, coagulograma, perfil renal/hepático, VDRL, HIV, EGB).
⚠️ Este relatório é um resumo orientador, não substitui a avaliação clínica individualizada de cada achado — cada conduta sugerida deve ser contextualizada com o quadro clínico completo da paciente.
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🗓️ Gestograma · Parto

Idade gestacional e calendário, altura uterina e prognóstico da via de parto — o que não é nem ficha nem ultrassom, mas o acompanhamento cronológico da gestação.

🗓️ Idade gestacional e calendário (DUM / ECO precoce)

Este módulo é a base de todos os outros — a idade gestacional (IG) que você calcula aqui é sincronizada automaticamente com o restante da calculadora.

1

Escolha o modo: "Por FUM" (data da última menstruação) ou "Por ECO precoz" (por ultrassom precoce) se você tiver um ultrassom precoce com a IG já determinada.

2

Modo DUM: insira a data da última menstruação. O app calcula a IG na data de hoje (ou em qualquer outra data que você escolher em "Calcular para fecha" (Calcular para a data)).

3

Modo ECO precoce: insira a data do ultrassom e a IG obtida nesse exame (formato semanas+dias, ex.: "8+3"). O app compara automaticamente essa IG com a DUM inserida e indica se é o caso de corrigir a DUM, segundo estes critérios:

📌 Critérios de correção da DUM por ECO:
🟢 1º trimestre (<14 sem): corrige-se se a diferença for ≥5 dias.
🟡 2º trimestre (14–28 sem): corrige-se se a diferença for ≥7 dias.
🔴 3º trimestre (>28 sem): a DUM não é corrigida — para IG duvidosa no 3T convém usar CC, CF ou cerebelo como parâmetro isolado (ver seção "Doppler ACM — Anemia Fetal e Biometria por parâmetro" na aba 🔊 Ecografía).
4

Com a IG calculada, o app mostra um calendário semana a semana (22 a 42 semanas) com a data correspondente a cada semana de gestação, marcando a faixa de termo (37–40 sem) e o pós-termo.

5

Também inclui um cálculo inverso: indique uma semana específica (ex.: "36") e o app diz qual data corresponde a essa semana, para esta paciente.

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📏 Altura uterina

Ref: Gomes AG 2001 · CLAP-OPAS/OMS · fórmula de McDonald (sínfise-fundo)

1

Insira a altura uterina em cm (medida sínfise-fundo, técnica de McDonald) e a idade gestacional em semanas+dias.

2

O app mostra o percentil (com os valores de referência P10/P50/P90 para essa IG) e classifica o resultado: AU normal para a IG, AU alta para a IG (>P90) ou AU baixa para a IG (<P10) — válido na faixa de 20–36 semanas, em que AU(cm)≈IG±2.

3

Segundo a classificação, sugere o que descartar: AU alta → macrossomia fetal, polidrâmnio, gemelar não diagnosticado, miomas uterinos, diabetes gestacional (solicitar ultrassom). AU baixa → RCIU, oligodrâmnio, discordância de IG (ultrassom com PFE urgente, avaliar Doppler AU/ACM).

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🏥 Prognóstico da via de parto

Ref: Robson · Grobman (ACOG/NICHD) · Bishop (ACOG PB 107 · NICE NG207)

📊 Tabela de percentis para o PFE: no topo deste cartão há um seletor Figueras 2008 / INTERGROWTH-21. Por padrão está em Figueras 2008 · MFB (recomendado para a América Latina); toque em "INTERGROWTH-21" se preferir a referência internacional (OMS/FIGO). Este seletor não é exclusivo desta seção — determina qual tabela é usada para calcular o percentil em toda a calculadora, incluído o cartão "Peso Fetal Estimado (PFE)" (aba 🔊 Ecografía). Alterá-lo aqui também atualiza o percentil que você já tenha calculado ali.
1

Insira paridade e antecedentes (partos vaginais prévios, cesáreas prévias, abortos espontâneos), altura materna (referência: <150cm risco de desproporção cefalopélvica, <145cm pelve limítrofe) e estado fetal no 3T (apresentação, insinuação, IG atual), o início do parto previsto (espontâneo, indução ou cesárea programada) e o número de fetos, que vem de «Gestação múltipla» da ficha.

2

O app atribui o Grupo de Robson provável com as 6 variáveis da OMS, incluindo os subgrupos 2a/2b, 4a/4b e 5.1/5.2 (ex.: Grupo 5.1: uma cesárea prévia + cefálica; Grupo 8: gestação múltipla), com uma linha de planejamento para esse grupo. É um prognóstico: o grupo definitivo é atribuído na admissão para o parto, na calculadora de Emergências. Se a IG atual for menor que 37 semanas, avisa que um nascimento pré-termo passa ao Grupo 10.

3

Se houver cesárea prévia, habilita-se o Escore de Grobman (validado ACOG/NICHD, prediz a probabilidade de sucesso do parto vaginal após cesárea). Insira o tipo de cicatriz uterina, a indicação da cesárea anterior (recorrente ou não) e marque se houve parto vaginal prévio, trabalho de parto espontâneo prévio, perda gestacional recorrente, gestação de alto valor ou cirurgia uterina prévia.

4

Segundo esses dados, o app indica se é "Candidata a PVDC" (parto vaginal após cesárea) — listando os critérios favoráveis encontrados — ou se corresponde "Cesárea programada indicada", com a justificativa específica (ex.: PFE ≥4500g, gestação de alto valor).

5

Se você inserir o exame cervical (dilatação, apagamento, altura da apresentação, consistência, posição), o app calcula o Escore de Bishop e o classifica como favorável (mais de 8), intermediário (7–8) ou desfavorável (6 ou menos, sugere maturação cervical), segundo ACOG PB 107 e NICE NG207. Só com dilatação, apagamento e altura mostra o Bishop simplificado (mais de 5, favorável).

💡 O módulo também integra automaticamente o PFE (percentil e classificação) quando estiver inserido — por exemplo, um PFE ≥4500g com percentil ≥97 é marcado como macrossomia grave, com a conduta específica (cesárea programada segundo ACOG/NICE, limiar diferente se a paciente for diabética).
⚠️ Se a IG atual for pré-termo, o app sinaliza isso à parte e lembra de avaliar maturidade pulmonar/betametasona se for o caso, coordenando com a neonatologia.
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🔊 Ultrassom

Tudo o que é exame ultrassonográfico/Doppler propriamente dito, na mesma ordem cronológica em que os exames são feitos: rastreamento 1T/2T → morfologia estrutural 2T → Doppler fetal 2T/3T → peso fetal → anemia fetal → vitalidade fetal no 3T (PBF, monitoramento).

🔊 Ultrassons · Rastreamento FMF (1T/2T, PE, líquido amniótico)

🆕 Seção ampliada

Ref: FMF/Nicolaides · Snijders 1998 · Sharifzadeh 2019 · Medicina Fetal Barcelona · Gyselaers 2020 · Verlohren 2012 · ISUOG 2024 · SMFM Consult #46 (2018) · ACOG Clinical Consensus No.3 (2022) · Roche/BRAHMS sFlt-1/PlGF

É o primeiro cartão da aba, e o mais extenso: reúne tudo o que se avalia no ECO 1T e no ECO 2T de rastreamento — cromossômico, pré-eclâmpsia (Doppler materno) e líquido amniótico.

🧬 Rastreamento cromossômico 1T (FMF/Nicolaides)

1

Escolha o tipo de rastreamento disponível para esta paciente: Solo ECO (só ultrassom: TN + marcadores, sem bioquímica) · Combinado (ECO + bioquímica: PAPP-A, β-hCG, PlGF 1T) · NIPT primario (NIPT primário) · Combinado + NIPT. Cada modo exibe seus próprios campos.

2

Só ECO (11–13+6 sem): escolha a tabela de percentis de TN (Snijders/FMF 1998 ou Sharifzadeh 2019), insira TN e CCN no momento da medição (45–84mm) e marque os marcadores adicionais: osso nasal (ausente: LR+ ~6 para T21), ducto venoso (onda a invertida/ausente = marcador de aneuploidia + cardiopatia), regurgitação tricúspide (associada a T21 e cardiopatia congênita) e plexo coroide ("sinal da borboleta" — cisto(s) visível(is) é marcador menor, mais associado a T18 do que a T21 se isolado).

🆕 Bexiga fetal 1T — megabexiga: junto ao plexo coroide há um campo novo para o diâmetro longitudinal máximo da bexiga fetal (11–13+6 sem). Normal <7mm · 7–14.9mm suspeita de megabexiga (risco de aneuploidia ~20–25%, mais T13/T18 do que T21 — cariótipo/NIPT + controle seriado a cada 2–4 semanas, com resolução espontânea frequente se isolada e euploide) · ≥15mm alto risco — baixo risco de aneuploidia mas ~90% de risco de uropatia obstrutiva progressiva (válvulas de uretra posterior, mais frequente em meninos): encaminhar à Medicina Fetal/urologia fetal, considerar vesicocentese seriada ou shunt vesicoamniótico. É um campo diferente da megabexiga de 2T/3T, que tem seu próprio critério (ver "Ultrassom Morfológico" mais abaixo).
3

Combinado: insira o risco numérico de T21/T18/T13 (1/X) fornecido pelo software de rastreamento e os valores MoM de PAPP-A (<0.4 MoM ↑ risco de PE/RCIU/aneuploidia), β-hCG livre (>2.5 MoM sugestivo de T21, <0.4 MoM sugestivo de T18/T13) e PlGF 1T (<0.5 MoM alto risco de PE, <0.7 moderado).

📊 Pontos de corte de risco do rastreamento combinado: acima dos campos de risco há um seletor com duas opções. A classificação, o rótulo de cada trissomia e o "Siguiente paso" (Próximo passo) mudam segundo a opção escolhida.
• Medicina Fetal Barcelona (preferida, padrão): muito alto ≥1/10 → aconselhamento genético e teste invasivo com microarray (pode-se aceitar NIPT se a paciente preferir, salvo anomalia ultrassonográfica ou TN aumentada) · alto 1/11–1/250 → NIPT ou teste invasivo segundo escolha informada; com anomalia ultrassonográfica ou TN >p99, biópsia de vilo corial + microarray · intermediário 1/251–1/1100 → oferecer NIPT · baixo <1/1100 → entregar o resultado e explicar suas limitações.
• Nicolaides 2005 / FMF (alternativa): estratégia em duas etapas. Alto ≥1/100 → teste invasivo · intermediário 1/101–1/1000 → segundo ultrassom 1T (osso nasal, regurgitação tricúspide ou ducto venoso) e biópsia de vilo corial se o risco ajustado chegar a 1/100 · baixo <1/1000 → sem mais exames.
• Outra variante publicada, não incluída no seletor: FIGO 2015 (>1/100 DNA fetal livre ou teste invasivo · 1/101–1/2500 DNA fetal livre · <1/2500 nenhum).
A tabela de percentis de TN (Snijders 1998, padrão, ou Sharifzadeh 2019) é escolhida à parte e não muda com este seletor.
4

NIPT: registre o resultado (normal, T21/T18/T13 positivo, Turner/45,X, Klinefelter/47,XXY, microdeleção, falha de amostra) — o app lembra que um NIPT positivo não é diagnóstico e requer confirmação invasiva.

🩺 Doppler de artérias uterinas e Artéria Oftálmica (rastreamento de PE) — 1T e 2T

Este é o Doppler materno para rastreamento de pré-eclâmpsia e comprometimento vascular sistêmico — diferente do Doppler fetal (AU, ACM), que tem seu próprio cartão mais abaixo.

5

Artérias uterinas (IP): insira o IP direito e esquerdo, tanto no 1T como no 2T — o app calcula automaticamente o IP médio de ambas. Pontos de corte: 1T alerta a partir de IP ≥1.90 (moderado) e ≥2.35 (alto, >p95) · 2T a partir de IP ≥1.44 (moderado, p90-95) e ≥1.80 (alto, >p95).

6

Artéria Oftálmica (AO): insira o PSV1 e o PSV2 — o app calcula a razão PSV2/PSV1 automaticamente. ≥0.70 zona limítrofe · ≥0.78 alto risco de pré-eclâmpsia/comprometimento vascular (integrar com IP uterinas e PlGF). Usa-se igual no 1T (rastreamento) e no 2T/3T (prognóstico em PE/DHEG já instalada).

7

Cervicometria 2T (mm): <25mm colo curto · <15mm muito curto.

8

sFlt-1/PlGF (2T/3T): insira a razão e a IG em que o exame foi feito (importa para distinguir o corte 85 vs. 110). Interpretação (Roche/BRAHMS): ≤38 descarta PE na próxima semana · 38–85 intermediário se <34 sem (38–110 se ≥34 sem) · >85/110 suspeita de PE · >655 PE iminente.

💡 Os dois cartões de interpretação ao vivo — "🩺 Interpretación PE — 1T" e "🩺 Interpretación PE — 2T/3T" (Interpretação PE) — aparecem automaticamente abaixo de cada bloco à medida que você insere dados, integrando IP uterinas + AO + sFlt-1/PlGF em uma única leitura.

💧 Líquido amniótico

9

Insira o maior bolsão (maior bolsão vertical, MBV/SDP) e/ou o ILA (índice de líquido amniótico), e escolha qual diretriz usar para classificar o ILA: ACOG/SMFM 2022 (com zonas limítrofes) ou ISUOG 2024 (pontos de corte absolutos clássicos) — as duas tabelas convivem no app porque não coincidem exatamente entre si.

📊 Maior bolsão (igual em ambas as diretrizes): <2cm oligodrâmnio · 2–8cm normal · >8cm polidrâmnio.

📊 ILA — ISUOG 2024: <5cm oligodrâmnio · 5–24.9cm normal · ≥25cm polidrâmnio.

📊 ILA — ACOG/SMFM 2022: <5cm oligodrâmnio (<3cm oligodrâmnio grave) · 5.1–8.0cm limítrofe inferior · 8.1–18cm normal · 18.1–24.9cm limítrofe superior · 25–29.9cm poli leve · 30–34.9cm poli moderado · ≥35cm poli grave.
Captura de tela Captura de tela

🔬 Ultrassom Morfológico (2T) — 7 sistemas

🆕 Seção nova

Ref: ISUOG Practice Guidelines (2020/2023) — fetal CNS, face, heart · Paladini & Volpe (2018) · Jeanty P et al. 1984 · Mayden KL et al. 1982 · Corteville JE et al. 1991/1992 · FMF/Nicolaides · CDHSG / Jani et al. 2007

Checklist estruturado por sistema (18 a 24 semanas), imediatamente após o rastreamento FMF — é o mesmo controle do ECO 2T, por isso esta seção fica logo após a de cima, em vez de depois do Doppler/PFE.

1

Insira a IG deste exame (semanas+dias) — é compartilhada pelos 7 sistemas e pelo Acretismo placentário, e é usada pelos itens com corte dependente da IG (DTC, prega nucal, pielectasia renal, megabexiga).

💡 Esta IG é inserida manualmente aqui — ainda não é preenchida automaticamente a partir da DUM corrigida de 🗓️ Gestograma·Parto. É uma melhoria menor pendente, não afeta o cálculo.

🧠 SNC

2

Cavum do septo pelúcido (ausente ⚠️) · Tálamos (simétricos/assimétricos ⚠️) · Forma craniana (ovalada normal / sinal do "limão" ⚠️ / sinal do "morango" ⚠️) · Continuidade óssea craniana (íntegra/defeito ⚠️).

3

Átrio ventricular lateral: escolha o esquema de medição (A: 3 níveis clássico — normal <10 · leve 10–12 · moderada 12.1–14.9 · grave ≥15mm; ou B: ISUOG 2 níveis — normal <10 · leve 10–15 · grave >15mm) e insira o valor em mm (medição interna-interna no nível do glomo do plexo coroide).

4

DTC (mm, de referência — não dispara alerta automático, o corte real é por tabela de percentil p5–p95 por IG) · Sinal da banana (presente ⚠️) · Agenesia do vérmis cerebelar ⚠️ · Cisterna magna (normal 3.0–10.0mm, <2–3mm obliterada, >10mm megacisterna magna) · Prega nucal 2T (válida 15.0–20.6 sem, normal <6.0mm, ≥6.0mm marcador maior de aneuploidia).

⚠️ Correlacionar cisterna magna obliterada + sinal da banana com a Coluna (mais abaixo) como marcadores indiretos de espinha bífida aberta.

😶 Face

5

Órbitas (presentes e simétricas / alteradas ⚠️) · Nariz (forma normal / achatado ou ausente ⚠️) · Maxila (íntegra/defeito ⚠️) · Palato (íntegro/fenda ⚠️ — requer corte coronal retronasal, mais difícil de visualizar que o lábio) · Lábio superior (íntegro/defeito unilateral ⚠️/defeito bilateral ⚠️). Lábio e palato são avaliados juntos: a conduta e o aconselhamento genético variam segundo a combinação exata.

6

Diâmetros orbitários: insira o DII (diâmetro interorbitário interno), o DIO (interorbitário externo/binocular) e, se tiver medido, o DO (diâmetro orbitário individual) — todos em mm. O app calcula a razão DII/DIO (regra dos terços) e classifica: >0.40 suspeita de hipertelorismo · <0.25 suspeita de hipotelorismo. O DII também é comparado qualitativamente com o DO como apoio adicional. Marque à parte se houver suspeita de microftalmia/anoftalmia (DO pequeno, cristalino rudimentar ou ausente) — é um campo independente da razão.

💡 Tabelas de referência por IG (Jeanty/Romero/FMF, semanas 16–32) são mostradas como ajuda junto ao campo, mas não geram corte automático por percentil — a classificação hoje é apenas pela razão DII/DIO.

🦴 Coluna

7

Coluna (corte longitudinal + axial: íntegra/solução de continuidade ⚠️) · Pele sobre a coluna (íntegra/defeito ⚠️).

🫀 Tórax e coração (+ HDC)

8

Ritmo cardíaco: regular (normal) · taquicardia sustentada (>160 bpm, >10 min) ⚠️ · bradicardia sustentada (<110 bpm) ⚠️ · extrassístole isolada · outra arritmia sustentada (com campo de texto livre para especificar o tipo) — mesmos pontos de corte de bpm usados no Monitoramento Fetal.

9

Situs víscero-atrial (solitus/inversus ⚠️) · Corte de 4 câmaras · Simetria ventricular e simetria atrial + forame oval · Septo interventricular (defeito = CIV ⚠️) · Via de saída do VE e do VD · Corte de 3 vasos e traqueia (AP>Ao>VCS em calibre decrescente, confluência em "V" à esquerda da traqueia) · Arco aórtico (interrupção/coarctação ⚠️) · Pulmões (homogêneos e simétricos normal).

10

Índice cardiotorácico: escolha o método (por área, recomendado — normal 0.25–0.33, cardiomegalia >0.35; ou por perímetros/diâmetros — corte dependente da IG: >0.50 às 12–15 sem · >0.52 às 18–20 sem · >0.59 às 25–30 sem) e insira o valor. Ângulo/eixo cardíaco: normal 45°±20° (25°–65°) para a esquerda; >65° sugere cardiopatias conotruncais/HDC, <25° ou eixo à direita sugere dextrocardia/situs inversus.

11

Hérnia diafragmática congênita (HDC) — subcartão próprio dentro de Tórax e coração: bolha gástrica (infradiafragmática normal / supradiafragmática-intratorácica ⚠️), lado (esquerda/Bochdalek ~85% · direita ~10–15%) e O/E LHR (%) — <25% grave · 25–44.9% moderado (TOTAL trial; 35–44.9% se houver herniação hepática) · ≥45% favorável.

🫃 Abdome

12

Estômago: presente/infradiafragmático/à esquerda (normal) · imagem de "dupla bolha" ⚠️ (atresia duodenal/jejunal alta, ~30% de associação com T21) · alterado (outro, ver HDC). Parede abdominal/inserção do cordão: íntegra (normal) · onfalocele (com cobertura) ⚠️ · gastrosquise (sem cobertura) ⚠️.

13

Pielectasia renal: diâmetro AP da pelve direita e esquerda (mm) — <33 sem: normal <4.0 · leve 4.0–10.0 · obstrutiva >10.0mm; ≥33 sem: normal <7.0 · leve 7.0–10.0 · obstrutiva >10.0mm.

14

Rins — visualização e posição: ambos visíveis em posição habitual (normal) · ausente unilateral ⚠️ · ausente bilateral ⚠️⚠️ · ectópico pélvico ⚠️. Rins — aspecto do parênquima: normal/homogêneo · multicístico/displásico ⚠️ (correlacionar com o líquido amniótico — agenesia bilateral ou displasia bilateral costumam cursar com oligo/anidrâmnio grave).

15

Cordão umbilical (vasos): 3 vasos (normal) · artéria umbilical única ⚠️. Megabexiga 2T/3T (≥16 sem) — diâmetro longitudinal máximo (mm), critério estático: patológico se superar (IG em semanas + 12)mm. Ciclo de enchimento/esvaziamento (dinâmico): normal 25–45 min · não esvazia após 40–60 min ⚠️. Sinal do "buraco de fechadura" (keyhole, VUP): presente ⚠️.

⚠️ A megabexiga de 2T/3T (este módulo) é diferente da megabexiga 1T (ver "Ultrassons · Rastreamento FMF" mais acima) — mesma estrutura anatômica, critérios e janelas temporais diferentes; ambos os campos convivem sem se substituir.

🦵 Extremidades

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Fêmur curto para a IG e úmero curto para a IG (caixas de seleção). Mãos e pés — orientação (normal / alterada ⚠️, outro: contraturas, sindactilia, etc.). Dedos — número (5 por mão/pé normal / polidactilia suspeita ⚠️ — marcador menor associado à trissomia 13 e a síndromes genéticas como Meckel-Gruber ou Bardet-Biedl se acompanhada de outros achados; isolada, prognóstico habitualmente bom).

17

3 segmentos por membro (para não deixar passar defeitos de redução — focomelia, amelia — quando só se olha fêmur/úmero isolado): membro superior → úmero, rádio/ulna, mão (cada um presente/ausente ⚠️); membro inferior → fêmur, tíbia/fíbula, pé (presente, orientação normal / ausente ⚠️ / presente com suspeita de pé torto congênito (talipes) ⚠️).

💡 A razão fêmur/circunferência abdominal (CF/CA) não é duplicada aqui — é calculada na aba "Doppler ACM — Anemia Fetal e Biometria por parâmetro" (subaba "Asimetría LF/CA" (Assimetria CF/CA)), que já a integra ao Resultado, com o corte <0.16–0.18 como marcador menor de aneuploidia.

🟤 Placenta, cordão, LA, colo

18

Placenta — localização: fúndica/corporal/lateral longe do OCI (normal) · inserção baixa (borda <20mm do OCI) ⚠️ — diferente da caixa "Placenta previa" do 3T (Ficha prenatal → Embarazo actual), que confirma no 3T o que aqui é um achado do 2T. Cordão — local de inserção placentária: central/paracentral (normal) · marginal ("em raquete") ⚠️ · velamentosa ⚠️⚠️ (risco de vasa prévia — confirmar com Doppler colorido sobre o OCI; cesárea eletiva se confirmada; risco de RCIU). É um campo diferente do número de vasos do cordão (ver Abdome).

💡 O líquido amniótico (ILA/bolsão) e a cervicometria já têm seus próprios campos completos em "Ultrassons · Rastreamento FMF" (mais acima) — não são duplicados neste cartão.
📷Faltam capturas de tela dos 7 cartões de morfologia fetal.
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🔴 Acretismo placentário (PAS) — Classificação CaVeSal

🆕 Seção nova

Ref: FIGO/Jauniaux 2018 · ISUOG/Jauniaux 2016–2018 · ACOG/SMFM Obstetric Care Consensus No.7 (2018/2021) · MSPyBS Paraguai

Espectro do acretismo placentário (PAS: acreta/increta/percreta). Fator de risco principal: cesárea prévia + placenta prévia/inserção baixa anterior.

⚠️ Regra de ouro: se houver sinais de acretismo, nunca fazer dequitação manual — deixar a placenta in situ e proceder à histerectomia em bloco, em centro de Nível III-IV, com cesárea programada às 34+0–35+6 semanas.
1

Fatores de risco: número de cesáreas prévias (0/1/2/≥3), curetagens uterinas prévias, cirurgia uterina prévia (miomectomia, etc.), antecedente de síndrome de Asherman. A placenta prévia/inserção baixa e a idade materna >35 ou antecedente de FIV não são duplicadas aqui — são tomadas dos campos de Morfologia (2.7) e Antecedentes, onde já estão inseridas.

2

Sinais ultrassonográficos 2D (cada um Sim / Incerto / Não): perda da zona clara, afinamento miometrial (<1mm), lacunas placentárias irregulares ("queijo suíço"), interrupção da interface/parede vesicouterina, abaulamento placentário (bulging) em direção à bexiga, massa exofítica focal (invasão transerosa).

3

Sinais ao Doppler colorido (cada um Sim / Incerto / Não): hipervascularização uterovesical, hipervascularização subplacentária, vasos ponte/comunicantes (bridging vessels), vasos nutridores das lacunas, acometimento dos paramétrios.

4

Se você já tiver diagnóstico confirmado (cirúrgico ou histopatológico), pode inserir a Classificação FIGO: Grau 1 (Acreta) · Grau 2 (Increta) · Grau 3a (Percreta limitada à serosa uterina) · Grau 3b (Percreta com invasão vesical) · Grau 3c (Percreta com invasão de outros tecidos/órgãos pélvicos, ± bexiga).

⚠️ A Probabilidade e a Extensão do resultado são calculadas com a "Classificação CaVeSal" — um esquema de pontuação próprio da equipe (não é um escore FIGO/ISUOG/ACOG publicado) que combina fatores de risco + sinais 2D + sinais Doppler. A Classificação FIGO (passo 4) é um dado à parte, de confirmação cirúrgica/histopatológica — não substitui nem se confunde com a Classificação CaVeSal.
📷Falta a captura de tela do cartão de Acretismo placentário.
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🩸 Doppler fetal — 2T/3T (AU, ACM, RCP, ducto venoso, avançado)

Ref: Baschat AA & Gembruch U. UOG 2003 · Arduini & Rizzo 1990 · Mari NEJM 2000 · ISUOG 2020 · TRUFFLE Study

Doppler básico

1

Insira a IG no exame (semanas+dias) e os valores disponíveis: Artéria Umbilical (IP, IR), Artéria Cerebral Média (IP, e PSV em cm/s para rastreamento de anemia) e Ducto Venoso (PIV).

2

O app calcula automaticamente a RCP = ACM/AU, com seu limiar P5 dinâmico segundo a IG (ex.: às 33 semanas, P5≈1.07) e a marca como alterada se ficar abaixo.

3

O resultado mostra cada parâmetro com seu percentil individual (IP AU, IP ACM, RCP, PIV DV), indicando quais estão alterados e o que significam (ex.: AU aumentada = resistência placentária; RCP alterada = redistribuição hemodinâmica).

💡 Para rastreamento de anemia fetal por isoimunização (PSV da ACM), ver o módulo à parte "Doppler ACM — Anemia Fetal" mais abaixo.

Doppler hemodinâmico avançado

⚠️ Indicar apenas quando AU, ACM ou RCP estiverem alterados — são marcadores de estágio tardio na RCIU grave (comprometimento cardiovascular fetal).
4

Regurgitação tricúspide (RT) 2T/3T: marcador de disfunção cardíaca direita. Indicar se DV alterado ou suspeita de cardiomiopatia fetal (não confundir com a RT do 1T, que é rastreamento cromossômico).

5

Istmo Aórtico (AoI): insira o IP e o fluxo diastólico (normal/reduzido/ausente/reverso). Reflete a redistribuição cerebral e a pós-carga ventricular esquerda — fluxo retrógrado indica comprometimento neurológico grave. Indicar se ACM ou RCP alteradas na RCIU pré-termo.

6

Veia Umbilical Pulsátil (VUP): a pulsatilidade venosa umbilical é sinal tardio de descompensação fetal — indica falência cardíaca com congestão venosa, associada a mortalidade perinatal elevada.

7

Se o Doppler avançado estiver alterado e a IG for <34 semanas, o app lembra a maturação pulmonar (betametasona 12mg IM a cada 24h x2 doses, ref. ACOG PB 127/RCOG) e que a resolução é definida segundo a evolução clínica e biofísica, coordenando com a neonatologia.

Artéria Oftálmica — Prognóstico DHEG/PE (2T/3T)

8

Em paciente com DHEG/pré-eclâmpsia já estabelecida, insira PSV1 e PSV2 da artéria oftálmica — a razão PSV2/PSV1 avalia o grau de comprometimento vascular sistêmico: ≥0.78 comprometimento grave · 0.70–0.77 limítrofe · <0.70 favorável.

9

Uma razão ≥0.78 indica maior risco de RCIU grave e PE de início precoce, com mau prognóstico materno-fetal — o app recomenda encaminhar à Medicina Fetal com urgência e avaliar sFlt-1/PlGF, função renal/hepática e vitalidade fetal.

Captura de tela

👶 Peso Fetal Estimado (PFE) e crescimento

Ref: Hadlock 1984 · INTERGROWTH-21 · Figueras 2008 · Protocolo MFB 2024

1

Escolha o modo de cálculo: peso e percentil direto, peso + idade gestacional, ou biometria Hadlock (circunferência abdominal + comprimento femoral).

2

Insira os valores segundo o modo escolhido. No modo "Peso + EG → percentil" você verá o aviso "Estimación de percentil por curvas INTERGROWTH-21st (método simplificado). Para resultado preciso usar software FMF" — é um esclarecimento sobre o método, não significa que esse modo ignore a tabela que você tenha selecionado (ver ponto 4).

3

O app calcula o percentil de peso fetal e o classifica: PIG, AIG, GIG ou RCIU segundo o percentil e — se você já inseriu o Doppler — combinando ambos os critérios (ver seção Doppler).

4

O percentil dos modos "Peso + EG" e "Biometría Hadlock" é calculado com a tabela que você tiver escolhido no seletor Figueras 2008 / INTERGROWTH-21 — este seletor fica no cartão "Pronóstico de vía de parto" (Prognóstico da via de parto, aba 🗓️ Gestograma·Parto), mas se aplica a todo o módulo de PFE (ver essa seção para o detalhe).

💡 Se você também inserir o Doppler no seu próprio módulo, o sistema combina peso e Doppler automaticamente para a classificação de RCIU/PIG, seguindo o protocolo da Medicina Fetal Barcelona.
Captura de tela

🩸 Doppler ACM — Anemia Fetal e Biometria por parâmetro (IG)

Ref: Mari G. et al. NEJM 2000 · Algoritmo propio CaVeSal® · Limiar MoM ≥1.50 · Robinson & Fleming 1975 · Hadlock 1984 · Chitty & Altman 2002 · Goldstein 1987 · Campbell & Thoms 1977

No app é um único cartão com 5 subabas: o rastreamento de anemia fetal por PSV-ACM, mais as diferentes formas de estimar a IG por um parâmetro biométrico isolado (útil quando a IG pela DUM é duvidosa, ou na suspeita de RCIU/assimetria).

Anemia fetal (PSV-ACM)

1

Insira a IG (semanas+dias) e o PSV da ACM em cm/s.

2

O app calcula o MoM (comparando com a mediana esperada para essa IG) e classifica: Normal (MoM <1.29, sem evidência de anemia, controle segundo protocolo) · Anemia leve possível (MoM 1.29–1.49, vigilância, repetir em 1–2 semanas) · Anemia moderada-grave (MoM ≥1.50, indicação de cordocentese e transfusão intrauterina urgente).

⚠️ Requisito técnico para uma medição válida: ângulo de insonação ≤15°, ACM medida no segmento proximal (perto do polígono de Willis), sem compressão cefálica pelo transdutor.

🔬 IG pelo CCN — 1T

3

Insira o CCN em mm (faixa válida: 10–84mm, aprox. 6+3 a 13+6 semanas). O app calcula a IG com a fórmula IG(dias) = 8.052×√(CCN×1.037)+23.73, com margem de erro de ±5 dias — é a medida mais precisa para datar a gestação, e mostra a DUM corrigida e a DPP correspondente.

📏 IG por biometrias — 2T e 3T

4

Insira os parâmetros disponíveis: DBP, CC, CA, CF (em mm) — cada um calcula sua própria IG estimada separadamente. Critério de uso: no 2T usar DBP ou CF (margem ±1 semana); no 3T preferir CC ou CF (menor variabilidade que o DBP); em IG duvidosa ou discordante no 3T, usar CC ou CF para a estimativa, sem correção formal da DUM. Se houver uma discordância significativa entre parâmetros (≥7 dias), o app alerta e sugere avaliar assimetria fetal — considerando RCIU assimétrica se a CA for o parâmetro atrasado — e recomenda passar à subaba "Asimetría LF/CA".

🦴 IG pelo comprimento do úmero

5

Insira o comprimento do úmero (mm) como parâmetro adicional de IG, útil como alternativa ou complemento ao fêmur, especialmente se houver suspeita de displasia esquelética.

🧠 IG pelo diâmetro transverso do cerebelo (DTC)

6

Insira o DTC em mm. Entre as semanas 14–28, o DTC em mm equivale aproximadamente à IG em semanas (após a sem. 28 a correlação deixa de ser linear, e o app usa as tabelas de Goldstein). Vantagem-chave: o DTC é independente das restrições de crescimento — não é afetado na RCIU, por isso é o parâmetro mais confiável para estimar a IG em fetos com RCIU ou assimetria grave. Um DTC preservado em um feto com suspeita de RCIU confirma que a IG atribuída está correta; um DTC pequeno para a IG é marcador de patologia do SNC (hipoplasia cerebelar, síndrome de Dandy-Walker) e exige encaminhamento.

⚖️ Assimetria CF/CA

7

Conceito: na RCIU tardia e assimétrica, o feto redistribui o fluxo (brain sparing) — o crescimento abdominal é restringido antes do cefálico. A razão CF/CA detecta essa assimetria precocemente. Insira CF, CA (em mm) e, opcionalmente, CC (para checagem de microcefalia: CC <p3 para a IG) e a IG atual.

8

Interpretação da razão CF/CA: normal 0.20–0.24 · <0.16 = CF desproporcionalmente curto em relação à CA → suspeita de encurtamento de membros (nanismo, displasia esquelética) · >0.235 = CA desproporcionalmente pequena em relação ao CF → assimetria / RCIU assimétrica tardia (brain sparing), exige Doppler (umbilical e ACM) e biometria seriada a cada 2 semanas.

Captura de tela Captura de tela

🧬 Perfil Biofísico Fetal (PBF)

Ref: Manning 1980 · Vintzileos 1983 · Clark 1989 · Queenan/Spong/Lockwood 7ª ed. · MSPyBS Paraguai

1

Escolha a modalidade segundo o que você avaliou: Completo (Manning, 5 variáveis, 10 pontos + NST) · Ecográfico puro (só ultrassom, 8 pontos, sem NST) · Abreviado (Clark: NST + líquido amniótico) · Vintzileos (graduado 0/1/2 + grau placentário de Grannum, até 12 pontos).

2

Insira as variáveis disponíveis segundo a modalidade escolhida: movimentos respiratórios fetais (MRF), movimentos corporais/de membros (MCF), tônus fetal, reatividade do NST e volume de líquido amniótico — na modalidade Vintzileos, acrescente também o grau placentário (Grannum).

3

Insira a idade gestacional atual — é um dado-chave: a conduta sugerida depende da combinação pontuação × estado do líquido amniótico × IG, não apenas da pontuação total.

4

O app soma a pontuação e mostra a conduta correspondente, indicando também se o líquido amniótico está normal ou diminuído, porque a conduta muda segundo esse estado — em especial nas pontuações intermediárias.

📋 Resumo da conduta por pontuação (orientativo — o resultado sempre dá o detalhe completo):
🔹 10/10 ou 8/10 com líquido normal: conduta expectante, vigilância habitual.
🔹 8/10 com oligodrâmnio: depende da IG — ≥36–37 sem, resolver; pré-termo, Doppler diário.
🔹 6/10 com líquido normal: reavaliar em 12–24h (ou 2h segundo protocolo MSPyBS), ou indica-se a resolução se estiver a termo.
🔹 6/10 com oligodrâmnio: interrupção se a viabilidade estiver assegurada.
🔹 4/10 com líquido normal: conduta dependente da IG — se <32 sem, repetir em 2h junto com corticoides, sulfato de magnésio e Doppler de ducto venoso; cesárea apenas se persistir ou se o Doppler descompensar.
🔹 4/10 com líquido diminuído: cesárea de urgência imediata, independentemente da IG (duplo comprometimento: asfixia aguda sobre insuficiência crônica).
🔹 ≤2/10 (qualquer líquido): cesárea de urgência imediata, independentemente da IG ou do líquido.
💡 Nota fixa que acompanha cada resultado do PBF: todos os marcadores são agudos, exceto a placenta e o líquido amniótico, que são marcadores crônicos — útil para interpretar uma pontuação baixa no contexto correto.
⚠️ Se a pontuação indicar resolução e a IG for pré-termo, o app lembra a maturação pulmonar com corticoides.
📷Falta a captura de tela do cartão de Perfil Biofísico Fetal.
img/manual-calc-pbf.png

💓 Monitoramento Fetal (NST/CTG)

Ref: FIGO Consensus Guidelines (Ayres-de-Campos et al. 2015) · ACOG Practice Bulletin 229/106 · Caldeyro-Barcia R. et al. 1966 · Welt AM et al. 1984 · Dawes GS, Redman CWG et al. (Oxford)

1

Insira a FCF basal (bpm) — o app alerta taquicardia se for >160 bpm ou bradicardia se for <110 bpm (mesmo critério do campo "Ritmo cardíaco" da Morfologia — Tórax e coração).

2

Selecione a variabilidade: ausente, mínima, moderada ou saltatória.

3

Marque a reatividade — o campo mostra como ajuda a regra correspondente segundo a IG inserida: 15×15 (≥32 semanas) ou 10×10 (<32 semanas).

4

Se você identificar um padrão morfológico especial, escolha-o no seletor: sinusoidal clássico, pseudossinusoidal, ondas lambda, padrão ômega ou Sinal W.

⚠️ "Ondas lambda" e "padrão ômega" são analogias visuais informais, de uso docente/clínico frequente — descrevem a silhueta do traçado, mas não são nomenclatura oficial da FIGO, ACOG nem NICHD, e o app esclarece isso no resultado. O Sinal W (Welt 1984) é diferente: corresponde sim a um padrão publicado com fonte própria verificada (desaceleração variável bifásica).
5

Classifique as desacelerações (Dips I/II/III, Caldeyro-Barcia) se estiverem presentes.

6

Separadamente, marque se observar ombros (shoulders) ou overshoot — são dois achados diferentes, cada um com seu próprio campo.

💡 Ombros e overshoot NÃO são sinônimos: os ombros são um achado tranquilizador (aceleração breve pré/pós-desaceleração, integridade barorreflexa autonômica); o overshoot é um achado NÃO tranquilizador (aceleração exagerada/rígida pós-desaceleração, associada a hipóxia em desenvolvimento/acidose).
📷Falta a captura de tela do cartão de Monitoramento Fetal (NST/CTG).
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👤 Pacientes

Fichas salvas, backup e a ponte de dados com o Prontuário Clínico CaVeSal®.

👤 Gestão de pacientes e backup

1

Na aba Pacientes, toque em "Nueva paciente" (Nova paciente) para criar uma ficha, ou busque uma existente pelo documento.

2

Os dados que você inserir nos módulos clínicos são salvos automaticamente na ficha da paciente ativa. Se você marcou reprodução assistida (TRA) em Gestação atual, o app a sinaliza como achado de risco (maior risco de placenta prévia, pré-eclâmpsia e gemelaridade).

3

Cada ficha mostra automaticamente a fórmula obstétrica (G/P/C/A: gestações, partos, cesáreas, abortos) calculada a partir dos antecedentes inseridos, junto com altura/peso e a classificação de risco global.

4

Histórico de consultas: dentro da ficha da paciente, toque em "+ Visita" para registrar cada consulta pré-natal com: data, IG (calculada automaticamente pela DUM), peso atual, PA, laboratório (Hb, glicemia, TSH), ultrassom (PFE + percentil, cervicometria, apresentação fetal), Doppler/sFlt-1-PlGF em texto livre, observações/plano e data da próxima consulta.

5

Cada consulta fica em uma lista cronológica editável — você pode modificar ou excluir qualquer consulta registrada, e dali também pode reabrir essa paciente diretamente na calculadora ("⚡ Abrir en calculadora" (Abrir na calculadora)) para recalcular seu risco com os dados atualizados.

6

Em "Mis pacientes", toque em "Backup local (.json)" para baixar um arquivo com todas as suas pacientes (cartão "Descargar .json" (Baixar .json)), e salve-o no seu próprio Google Drive (cartão "Abrir Google Drive") — assim você pode sincronizar entre PC, celular ou tablet manualmente, copiando o arquivo de um dispositivo para outro.

7

Para "Importar backup", escolha o arquivo .json e o modo: "Combinar" (adiciona as pacientes do backup sem apagar as que você já tem) ou "Reemplazar todo" (Substituir tudo: apaga os dados atuais e os substitui pelos do backup).

8

PDF e Word da paciente: cada cartão de «Mis pacientes» (Minhas pacientes) tem os botões 📄 PDF e 📝 Word, ao lado de «⚡ Calcular»; também estão dentro de «Ver ficha». Exportam um resumo com os dados da paciente, suas consultas e o último resultado calculado. Na demo, a aba aparece como Pacientes 🔒 e não permite preencher dados.

💡 E daqui, com o cartão "Analizar con CaVeSal® IA" (Analisar com CaVeSal® IA) do painel de Resultado, você pode enviar o cálculo atual para uma segunda leitura clínica com inteligência artificial — ver o tutorial do CaVeSal® IA.
Captura de tela

🔄 Sincronização com o Prontuário Clínico CaVeSal®

Se você também usa o Prontuário Clínico CaVeSal®, pode enviar os dados clínicos de uma paciente diretamente de lá para a Calculadora, sem digitar nada de novo (botão "Enviar a Calculadora" no Prontuário — função da versão completa). Esta seção explica o que acontece do lado da Calculadora quando esses dados chegam.

1

Reconhecimento automático pelo documento do Prontuário (id_hc): a Calculadora identifica a paciente pelo campo "id_hc" enviado pelo Prontuário Clínico. Se você já a tinha salva em "Mis pacientes" (porque a enviou antes), atualiza essa mesma ficha em vez de criar uma duplicada — você pode enviar a mesma paciente do Prontuário quantas vezes for necessário, à medida que a gestação avança, sem gerar fichas repetidas. Se não reconhecer o id_hc (primeira vez, ou paciente sem documento inserido no Prontuário), cria uma ficha nova.

2

Dados de perfil (altura, peso pré-gestacional, DUM, tipagem e Rh, gestações/partos/cesáreas/abortos, nome): se o campo ainda estava vazio na ficha da Calculadora, é preenchido automaticamente. Se já tinha um valor diferente do que chega do Prontuário, o app não o sobrescreve às cegas — aparece a janela "⚠️ Revisar datos que difieren" (Revisar dados divergentes), listando cada campo em conflito para que você escolha qual valor fica (o que já estava salvo ou o que chega do Prontuário).

3

Antecedentes, sorologias e vacinas (HAS crônica, diabetes pré-gestacional, trombofilia, cardiopatia com classe OMS, antecedente de HIV/Hepatite/Sífilis, Coombs, VDRL, toxoplasmose, Chagas, EGB, dTpa/influenza/VSR/COVID — o que você já tiver inserido no Prontuário): esses dados não se misturam com os campos editáveis de "Editar paciente" — chegam somente leitura e aparecem à parte em "Ver ficha", no bloco "🩺 Datos clínicos vinculados desde HC" (Dados clínicos vinculados do Prontuário). Só são mostrados os que têm valor positivo ou inserido — não se lista cada antecedente que a paciente não tem, para não sobrecarregar a ficha.

4

Dados da consulta atual (PA, peso, apresentação fetal, Hb, TSH, cervicometria, Doppler, glicemia, PFE, observações): estes sempre são adicionados como uma consulta nova no histórico — nunca substituem uma consulta já salva. Aparecem na ficha exatamente como uma consulta inserida manualmente, com os mesmos campos descritos no ponto 4 de "Gestão de pacientes" acima.

⚠️ Dois campos que o Prontuário Clínico já registra mas que ainda NÃO são enviados à Calculadora: "Motivo de consulta" e "Edemas" de cada consulta pré-natal. Não é um erro — a ficha de "Mis pacientes" ainda não tem lugar para esses dois campos, então por enquanto ficam apenas no Prontuário Clínico. Se você precisar deles do lado da Calculadora, é uma alteração pequena que pode ser feita quando solicitar.
📷Falta a captura de tela da janela "⚠️ Revisar datos que difieren" e do bloco "🩺 Datos clínicos vinculados desde HC" em "Ver ficha".
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🎓 Simulador

Casos fictícios para treinar as decisões do pré-natal com os mesmos critérios usados pela calculadora. Disponível na versão completa; na demo a aba aparece com cadeado.

🎓 Casos de treinamento

O app apresenta a paciente com um painel de dados (IG, PA, resultados de laboratório ou de ultrassom), você escolhe a conduta e o caso avança. Cada resposta mostra uma explicação e a fonte com o link.

1

Abra a aba 🎓 Simulador e escolha um caso. A chave Con reloj (Com relógio) define um tempo limite para cada decisão; se acabar, conta como não respondida.

2

Casos disponíveis (uma fonte por tema):

🔹 Diabetes gestacional — IADPSG 2010.
🔹 Rastreamento e prevenção da pré-eclâmpsia — FIGO 2019.
🔹 Hipertensão gestacional e pré-eclâmpsia — ACOG PB 222 (2020).
🔹 Do rastreamento à RCIU (caso com evolução) — a mesma paciente desde a semana 12: rastreamento de trissomias (pontos de corte da Medicina Fetal Barcelona; Nicolaides 2005 e FIGO 2015 como alternativas no texto), aspirina (FIGO 2019), ultrassom morfológico e Doppler uterino às 20 semanas, e controle de crescimento às 32 semanas com o percentil do PFE da tabela de Figueras. A partir daí o caso segue um de três caminhos ao acaso: RCIU estágio I, RCIU estágio II ou PIG, cada um com seu acompanhamento, momento e via de parto segundo o protocolo da Medicina Fetal Barcelona.
3

Nos casos com evolução, um aviso no início da cena indica o que aconteceu. Como o caminho é sorteado, ao repetir o caso pode sair outro.

4

Ao terminar, o feedback mostra a porcentagem de acertos, o tempo, como o caso evoluiu, cada decisão com a melhor resposta e as fontes. O botão Copiar resultado copia um resumo em texto.

⚠️ Os casos são fictícios e servem para treinar. Não substituem o critério clínico.

ℹ️ Sobre

Ecossistema CaVeSal®, autor clínico, bases bibliográficas de toda a calculadora e aviso legal. Esta aba não estava documentada no manual até agora.

📲 Convide sua paciente

🆕 Seção nova

Dois apps gratuitos do ecossistema CaVeSal®, segundo o momento de cada paciente, mais o ecossistema completo — com seu QR para compartilhar durante a consulta.

1

CaVeSal® Mamá (mama.cavesal.app): gestação, parto, amamentação e desenvolvimento do bebê — para a paciente gestante ou puérpera.

2

CaVeSal® Mujer (mujer.cavesal.app): saúde ginecológica e ciclo fora da gestação — para a paciente que não está gestante.

3

Ecossistema CaVeSal® (cavesal.app): acesso a todos os apps do ecossistema, incluindo o Prontuário Clínico e os que forem sendo adicionados.

💡 Estes apps orientam a paciente e a aproximam do seu médico — não substituem o critério dele.

👨‍⚕️ Autor clínico

🆕 Seção nova

Dr. Carlos Vera Salerno — Formação em Medicina Materno-Fetal. Metodologia FMF/Nicolaides e diretrizes: ACOG, FIGO, NICE, IADPSG, ATA, WHO, EBCOG, Medicina Fetal Barcelona.

1

Graduação em Medicina, Médico e Cirurgião (Paraguai), com homologação ao título espanhol de Licenciado en Medicina. Especialista em Ginecologia e Obstetrícia.

2

Pós-graduações em Ultrassonografia Geral e Gineco-Obstétrica, Endocrinologia Ginecológica e Reprodutiva, Didática no Ensino Superior e Saúde Pública. Formação em Inteligência Artificial e ferramentas digitais emergentes aplicadas à prática profissional.

3

Capacitador Nacional em Saúde Sexual e Reprodutiva, Código Vermelho e Atenção Pré-natal. Membro do Comitê Técnico Nacional de Imunização (Paraguai).

4

Docente universitário de graduação e pós-graduação em Ginecologia e Obstetrícia, Ultrassonografia, Endocrinologia Ginecológica e Reprodutiva.

5

Membro do Comitê Científico da FLASOG (2024–2026). Membro de sociedades científicas no Paraguai (FPGO, SOGON, SOGIA, SODIAP e SEGIRP). Presidente da FPGO (2023–2026).

✉️ Contato direto: drverasalerno@gmail.com

📚 Bases clínicas

🆕 Seção nova

Lista completa, por domínio clínico, das fontes que embasam cada módulo da Calculadora. É a referência que aparece dentro do app em "Acerca → Bases clínicas" (Sobre → Bases clínicas) — útil para saber rapidamente qual diretriz respalda cada cálculo antes de citá-lo a um colega ou a uma paciente.

1

Rastreamento cromossômico: Medicina Fetal Barcelona (pontos de corte de risco) · Nicolaides 2005 / FMF · Snijders 1998 · Sharifzadeh 2019 · Kagan · Cicero.

2

Pré-eclâmpsia: FMF · ISSHP · Roche/BRAHMS (sFlt-1/PlGF) · Medicina Fetal Barcelona. Distúrbios hipertensivos: ACOG PB No.222 (2020) · FIGO Guidelines (2019) · ISSHP (2021).

3

Diabetes gestacional: IADPSG 2010 · ADA 2026 · ALAD 2019 · OMS. Tireoide: ATA Guidelines 2017 · Endocrine Society · ACOG. Suplementação: OMS · ACOG · NICE · FIGO · Endocrine Society 2024 · EBCOG 2024 · Cochrane.

4

Biometria fetal: Hadlock 1984 · Robinson & Fleming 1975 (CCN/DUM) · Chitty & Altman 2002 (úmero) · Goldstein 1987 (cerebelo) · Jeanty 1983/1984 · Mayden 1982 · Chitty 1994 · INTERGROWTH-21st · Figueras & Gratacós 2008. Crescimento fetal/PIG/RCIU: Figueras F. EJOGR 2008 · Protocolo MFB nov-2024 · ISUOG Delphi Consensus 2020.

5

Doppler AU/ACM/RCP: Ciobanu A et al. (FMF) UOG 2019. Doppler hemodinâmico avançado: Baschat AA 2011 · TRUFFLE Study Group UOG 2020 · ISUOG RCIU 2020 · Gratacós & Torres, protocolo MFB 2023. Artéria Oftálmica: Gyselaers 2020 · Verlohren 2012 · Kaitu'u-Lino 2018 · Medicina Fetal Barcelona.

6

Morfologia fetal: ISUOG Practice Guidelines 2020/2023 (SNC, face, coração) · Paladini & Volpe 2018 · Jeanty/Mayden (diâmetros orbitários) · Corteville 1991/1992 (pielectasia) · FMF/Nicolaides (megabexiga/LUTO) · CDHSG/Jani 2007 (O/E LHR, HDC). Acretismo placentário: FIGO/Jauniaux 2018 · ISUOG/Jauniaux 2016-2018 · ACOG/SMFM Obstetric Care Consensus No.7.

7

Anemia fetal: Mari G. et al. NEJM 2000 (Doppler ACM/PSV) · Detti L et al. AJOG 2002. Gemelar monocoriônica/RCIU: Torres X 2017 · Gratacós E UOG 2007 · ISUOG 2020.

8

Perfil Biofísico Fetal: Manning 1980 · Vintzileos 1983 · Clark 1989 · Queenan/Spong/Lockwood 7ª ed. · MSPyBS Paraguai. Monitoramento Fetal (CTG): FIGO Consensus (Ayres-de-Campos 2015) · ACOG PB 229/106 · Caldeyro-Barcia 1966 · Welt 1984 · Dawes/Redman (Oxford).

9

Líquido amniótico: SMFM Consult #46 (2018) · ACOG Clinical Consensus No.3 (2022) · ISUOG 2024. Maturação pulmonar (<34 sem): ACOG PB 127 · RCOG Green-top 7. Neuroproteção com MgSO₄ (<32 sem): ACOG PB 455 · OMS 2015.

10

Sorologias: HIV — ETMI Plus Paraguai 2024 · DHHS 2024 · OPAS · ACOG. Sífilis — CDC 2021 · OPAS Eliminação da TV 2024 · ETMI Plus 2024 · ACOG. Toxoplasmose — SMFM Consult Series · Montoya & Remington 2008 · OPAS 2024. CMV — Rawlinson 2017 · Leruez-Ville 2020. Chagas — OPAS 2023 · ETMI Plus 2024 · Torrico 2018. Hepatite B — EASL 2017 · ACOG · ETMI Plus 2024. Hepatite C — EASL 2020 · AASLD · ACOG. Rubéola — CDC · OPAS · ACOG.

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Colestase intra-hepática (CIG): Guía Perinatal MINSAL Chile 2015 · RCOG Green-top No.43 (2022) · SMFM Consult Series No.53 · Williamson 2018 · Ovadia 2019 · ACOG · EASL.

12

Altura uterina: Algoritmo propio CaVeSal®, baseado em Gomes AG RBGO 2001 · CLAP-OPAS/OMS. Ganho de peso: IOM/NAS 2009 · ACOG. Via de parto: Robson · Grobman (NICHD) · ACOG.

💡 Esta lista reúne, em um só lugar, todas as referências que já aparecem citadas de forma abreviada no rodapé de cada módulo ao longo deste manual.

🔗 Mais recursos CaVeSal®

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